Traz Eu sou Abaquar com o grupo Pessoa, e distribuição gratuita de livros.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Notícias
Sarau O que dizem os umbigos?!! encerra programação de setembro da 31 Bienal em grande estilo. Mariachis mexicanos completaram a integração entre quebradas:
http://agsolanotrindade.com/?p=778&preview=true
Coletivos do Extremo Leste comentam a volta das Casas de Cultura para a Secretaria de Cultura após 10 anos:
http://itaimpaulista.com.br/portal/index.php?secao=news&subsecao=16&id_noticia=2664
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
31 Bienal–Sarau O que dizem os umbigos?!!
Domingo agora estaremos na 31 Bienal. Iremos com os poetas: Daniel Marques da Silva, Queila Rodrigues, Samara Oliveira, Renata Ribeiro, Sandra Frietha, Terê Cordeiro, Andréia Rosa, Ivan Leandro, Débora Garcia, Vandéi, Camila Freitas, Gabriel Maciel, Tâmara Rodrigues e Makenzo Kobayashi. Também iremos com os grupos Homens da Caverna e Batucafro.
Vai ser bão demais! Quem tem umbigo não perde essa!
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Espetáculo NA PELE–Coletivo Cultural Sankofa
Na Ocupação O que dizem os umbigos?!!
SINOPSE DO ESPETÁCULO
Com dramaturgia não linear cujos argumentos são os marcadores sociais das diferenças, o espetáculo que mescla elementos da dança e do teatro, coloca à baila os conflitos e as angustias de pessoas que carregam no corpo a marca, a mancha e a desaprovação.
O olhar que marca, impede, assassina e inscreve na pele do outro a dor da diferença.
Como temos olhado para o corpo do outro?
Classificação Indicativa: 14 anos
Duração: 50 minutos
Poeta-Móvel–Lançamento de Antologia OQDU–Cooperifa
Vendemos 15 antologia no Sarau na Cooperifa! Só vitórias! Forte abraço à Cooperifa e à todos que estiveram presentes.
Bartolina Sisa–Homenageada de Setembro
BARTOLINA SISA!
Em 5 de Setembro de cada ano, o Dia Internacional da Mulher Indígena, a data escolhida para homenagear Bartolina Sisa, uma mulher corajosa Quechua que foi assassinado pelas forças espanholas durante a rebelião anticolonial é comemorado Tupac Katari, no Alto Peru.
A data foi criada em 1983, durante o II Encontro de Organizações e Movimentos da América, realizada em Tiwanaku, Bolívia.
Ela era filha de Joseph Sisa e Josefa Vargas, natural de Alto Peru, que viveu na venda de coca em Yungas e tecido ou pano da terra, para ser livre da sujeição a que estavam condenados todos os povos dessas terras.
Diante desta realidade, a família mudou-se para Sisa Villa de Sica Sica. "É aqui que com seus pais Bartolina adquiriu experiência no domínio do comércio, alcançar a independência aos 19 anos".
Durante suas viagens em muitas cidades, vilas, comunidades, minas, coca, Vargas reuniu realidade Bartolina Sisa em que viviam os povos andinos.
Assim luta contra a subjugação, exploração e crimes de abuso que sofrem os seus irmãos indígenas por parte das autoridades.
Esta realidade acrescenta-pesquisa gera uma "convicção de protesto contra todo o sistema colonial de exploração da então jovem Bartolina Sisa.
Em 1772, já casada, teve o primeiro de seus quatro filhos (três meninos e uma menina). Segundo o historiador Alipio Valencia Vega, o primeiro filho foi arrebatado no Peru pelo brigadeiro Segurola Sebastian em 1783 e acredita-se, posteriormente, morto.
Sabendo das revoltas de Julian Apaza e execuções subseqüentes de irmãos em Chayanta Katari (Potosí), e José Gabriel Tupac Amaru, em tinta, decide levantar uma revolta.
Em março 1781 o início do levante em Ayo Ayo. A tática de batalha foi o cerco e reúne 40 mil homens para cercar a cidade de La Paz. Em julho, o número de insurgentes dobrou.
Principais cercas estavam em El Alto e Túpac Katari liderada por Pampahasi e Bartolina Sisa, respectivamente.
A primeira rodada resultou em confrontos entre o exército e os espanhóis nativos. Os índios tinham superioridade numérica e espanhol tinham armas.
Em 17 de maio, Sebastian Segurola, ao saber que em Pampahasi era comandada por uma mulher, ele enviou um exército para romper o cerco. No entanto, Sisa resiste e consegue ter sucesso.
Depois de três meses de cerco e sem provisões, o exército espanhol começou a enfraquecer pela fome, e a Real Audiência de Charcas, audição, enviou 1.700 homens para destruir o muro.
Em 30 de junho, os exércitos indianos retiraram sem resistência e os espanhóis começaram a instigar a traição e a oferta clemência se entregue ou traiu os líderes
Em 2 de julho, Bartolina passou de El Alto para Pampahasi por causa desse rumor.
Morre Tembladerani, fere Sopocachi e alguns de seus companheiros que haviam feito contato com os espanhóis a trairem. Sisa foi presa e entregue em troca de clemência, que em última análise não foi concedido.
Na prisão, ela foi torturada e humilhada pelo brigadeiro Sebastian Segurola para obter informações. Apesar dos ataques, Sisa não revelou nenhum dado.
Segundo Valencia Vega, Sisa, enquanto estava na prisão Tupac Katari, redefiniu táticas.
Durante o segundo cerco, Tupac Katari tentou libertar Bartolina através de várias tentativas, tanto militar e pacífica. Ele se ofereceu para trocar com o padre Vicente Rojas e também a si mesmo.
Em 17 de outubro veio um exército de 7.000 homens sob o comando de José de Roseguín sanguinário, de Buenos Aires para romper o cerco.
A batalha foi acirrada, mas a superioridade em armas é replicado para Peñas.
Ele mais tarde mudou-se para Chinchayo, onde ele foi preso às 2:00 em 10 de novembro pela traição do primo de Bartolina, Thomas Lipe Inca, que era seu colaborador mais querido e próximo.
Em 14 de novembro, Bartolina Sisa foi forçado a testemunhar o desmembramento público de Tupac Katari na Praça de Peñas.
Depois de quase um ano de detenção, na madrugada de 05 de setembro de 1782, o juiz Tadeo Diez de Medina pronunciou a sentença de morte, condenando-a a ser levada para a praça principal amarrado à cauda de um cavalo e arrastada até a morte com crueldade.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
1 ANO PROPAGANDO A POESIA... SARAVÁ, SARAVÁ, SARAVÁ!
COM LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA O QUE DIZEM OS UMBIGOS?!!
Na próxima quinta feira, dia 18, o nosso Saravá irá completar 1 ano de existência e resistência! E para comemorar essa data, convidamos a DJ Bia Força Ativa para abrir os trabalhos com muita musica preta, na sequência teremos o double pocket dos mcs Rincon Sapiência + James Bantu e para iniciar as atividades poética contaremos com o lançamento da antologia do sarau "O que dizem os umbigos".
A festa vai ser danada de linha, minha gente! A cerveja é gelada e a poesia en(canta) o nosso terreiro poético. Traga sua poesia, seus ouvidos e seu sorriso!
Saravá, Saravá, Saravá!!!
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Sarau O que dizem os umbigos?!! na biblioteca
E o sarau O que dizem os umbigos?!! continua com o Projeto Veia e Ventania.
Nesta edição teremos muita poesia, música e arte livre e
participação especial da contadora de histórias Erika Brasil .
NÃO PERCAM!! que vai ser bão demais!
Biblioteca Vicente Paulo Guimarães
Rua: Jaguar, 225 – Vila Curuçá – SP
próximo a estação Jardim Helena/Vila Mara
Sarau O que dizem os umbigos?!! a todo vapor
Olá umbigos! Infelizmente devido a problemas técnicos do blog não temos conseguido postar nossos cartazes em dia aqui no blog, por isso pedimo a todos que acompanham esse blog para nos adicionar no facebook:
https://www.facebook.com/sarau.oquedizemosumbigos
Nesse tempo já rolou:
E muita ação boa ainda está para rolar nesse e nos próximos meses, não percam nossas divulgações, acompanhem nosso perfil no facebook, também o blog que esperamos logo solucionar o problema e convidem amigos e familiares para celebrarmos a poesia a cada instante.
Salve!
terça-feira, 29 de julho de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Cartaz Mulher Afro-latino-americana e Afro-Caribenha
gratidão
terça-feira, 22 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Sarau O que dizem os umbigos?!!–Centenário Carolina Maria de Jesus
Projeto Debate - Intervenção
Cenas, prosas e versos de Carolina
Nome da atividade: Cenas, prosas e versos de Carolina (debate-interveção)
Release da atividade:
A atividade consiste em um debate sobre a vida e obra da escritora Carolina Maria de Jesus. O debate será subsidiado através da encenação da esquete Carolina – A joia da favela e da exibição do documentário Vidas de Carolina.
Tanto na esquete quanto no curta metragem, a poetisa Débora Garcia interpreta momentos da vida de Carolina, descritos no livro Quarto de despejo – diário de uma favelada, obra que revelou Carolina Maria de Jesus como escritora, e que a consagra até os dias atuais, devido à crítica social realizada pela escritora.
Duração aproximada da atividade: 35 min.
Sinopse Esquete:
Carolina – A joia da favela
Inspirada na vida e obra da escritora Carolina Maria de Jesus, a esquete Carolina – A joia da favela apresenta o cotidiano atribulado, as fragilidades e a garra de Carolina para criar seus três filhos através da coleta de materiais recicláveis; realizar o sonho de publicar um livro e viver longe da favela. As cenas se passam na favela do Canindé na década de 1950. A fome, as brigas e confusões são as personagens que compõem esse cenário de sofrimento paixão e conquistas.
FICHA TÉCNICA
Texto: Débora Garcia / Luciano Gomes
Atriz: Débora Garcia
Direção: Luciano Gomes
Produção: Cenário, sonoplastia e figurino – Débora Garcia/Luciano Gomes
Design gráfico e registro foto/vídeo: vinaoalobrasil
Duração: 15 minutos
Ano de produção e lançamento: 2014
Documentário Vidas de Carolina
Sinopse
Contemplado pela sétima edição do Prêmio Criando Asas, Vidas de Carolina conta a história de duas mulheres que sobrevivem da coleta de resíduos recicláveis. O documentário foi inspirado na vida da inusitada catadora de lixo e escritora Carolina Maria de Jesus. Relatos de familiares da escritora e trechos do livro "Quarto de Despejo" conectam as três historias.
Produção: Instituto Criar de Cinema TV e Novas Mídias
Ano de produção e lançamento: 2013
Gênero: Documentário
Nacionalidade: Brasileiro
Direção: Jéssica Queiroz
Produção: Randerson Barbosa
Atriz: Débora Garcia (Carolina Maria da Jesus)
Duração: 09:51
terça-feira, 24 de junho de 2014
Festa Junina Opereta e Lançamento com Poeta-Móvel
Esse cartaz abaixo estamos utilizando para pegar os nomes das pessoas que irão para o Sarau e Festa Junina Opereta e reservar lugar no Poeta-Móvel:
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Vendo Pó…Esia!–Rodrigo Ciríaco
VENDO PÓ. VENDO PÓ... VENDO PÓ...ESIA!
“Vendo Pó...esia” é o novo trabalho de Rodrigo Ciríaco, educador, editor e escritor de Ermelino Matarazzo, Zona Leste de São Paulo, autor dos livros “Te Pego Lá Fora” (2008) e “100 Mágoas” (2011) e coordenador do coletivo literário Mesquiteiros.
Conhecido por escrever contos fortemente marcados por expressões orais e por uma narrativa seca, crua, seu novo trabalho apresenta seus poemas, muitos deles facilmente identificado em vários saraus periféricos da cidade (como “Biqueira Literária” e “Canto Periférico”), mas que ainda não haviam sido reunidos e publicados em edição própria. Além disso, traz vários outros poemas que fazem referência a poesia concreta e a poesia marginal, dos anos 60 e 70, com grande apelo visual e estético e que estabelece relação direta com o movimento de literatura marginal-periférica ao qual o escritor está vinculado.
Feito em parceria com a designer Silvana Martins (Sarau da Ademar), o livro é uma provocação já em seu formato: 60 páginas unidas, divididas por dobras de uma folha única, que o torna um livro-objeto manipulável, estabelecendo assim diferentes leituras – e usos – por seus apreciadores.
Adquira o seu e chape nos versos. A recomendação é consumo SEM moderação.
VENDO PÓ...ESIA
Rodrigo Ciríaco
Edições Um por Todos, 2014, São Paulo
Edição:
Rodrigo Ciríaco
rodrigociriaco@yahoo.com.br
Projeto Gráfico, Diagramação e Ilustrações
Silvana Martinsolhasilai@gmail.com
Informações, palestras, aquisições de livros, contato com o autor:
+ 55 11 9 9457-6708
rodrigociriaco@yahoo.com.br
efeito-colateral.blogspot.com
www.facebook.com/vendopo.esia
Lindomar 3 L apresenta O Novo Sempre Vem
Rapper mineiro, que há pouco mais de três anos reside em São Paulo, traz
diversidade rítmica e poesias muito bem elaboradas em seu segundo álbum autoral
Ele tem a simplicidade brejeira de um caipira, o jeito sossegado e bom de prosa de um
autêntico mineiro (nascido e criado em Uberaba). Mas sua fala mansa também se
converte em poderosas rimas vociferadas por um ex-engraxate que extraiu o lado bom
da malandragem das ruas para vencer por meio do rap.
Apadrinhado no universo do rap pelo rapper GOG, que em 2008 bancou o lançamento
de seu elogiado primeiro álbum (Das Ruas Mineiras), Lindomar 3L agora alça voo próprio
em seu segundo disco autoral, mas ainda com a bênção do experiente professor - que
participa da faixa-título O Novo Sempre Vem. E o mineirinho que há três anos reside
em São Paulo, trabalhando como oficineiro e educador em unidades da Fundação Casa,
mostra que tem muita coisa nova a apresentar.
Em tempo de alguns rappers sendo seduzidos por posturas superconsumistas originadas
no universo do “Funk ostentação”, Lindomar guarda como um troféu a caixa de madeira
que foi seu ganha-pão na infância e, agora, aparece como objeto de ostentação nas fotos
de seu segundo álbum: sua caixa de engraxate. Por meio dela, ele “ostenta” suas raízes
humildes, sua dignidade de trabalhador que não se envergonha de onde veio, de cidadão
simples e verdadeiro. E essa verdade se traduz, com sonoridade diversificada, nas 11
faixas que compõem o caprichado disco, que tem produções assinadas por Gedson Dias,
Pita Araújo e Deejay Sinistro, e foi masterizado por Luiz Café.
A mensagem sobre o “novo” que sempre vem tem dois sentidos: o de novas ideias e
também o de novas gerações. Ela é simbolizada pela figura e história de Daniel Bento,
um garoto de 11 anos que ficou mais de um ano longe da escola para lutar contra um
câncer no intestino, venceu a doença e neste ano retoma os estudos. Para Lindomar, ele
representa a perseverança, o amor à vida, a superação de adversidades e a continuidade.
Enfim, o “novo”.
O Novo Sempre Vem começa em uma grande e divertida “Festa Mexicana” produzida
por Deejay Sinistro, cheia de referências ao programa humorístico do Chaves, com o
qual Lindomar confessa ter forte identificação (“Menino pobre, engraxate e honesto,
como eu”, define o MC).
Seguem-se faixas assinadas pelo jovem talento Gedson Dias: “Eu Me Sinto Bem”, que
tem tudo para emplacar nas pistas de dança; “Não Tem Igual”, com participação do
cantor gospel Rafa Donato – que também empresta sua voz na trilha seguinte, “Sonhos
Não Têm Fim”, uma injeção de auto-estima com relatos autobiográficos em que
Lindomar fala sobre as dificuldades enfrentadas desde sua chegada a São Paulo.Ainda produzidas por Gedson Dias, em seguida vêm “Se Num Fosse o Rap”, em que
Lindomar 3L e Lupa imaginam quais teriam sido suas perspectivas se não tivessem
conhecido o rap; “Cela de aula”, poesia ácida recitada por Tubarão Dulixo; “Tâmo
Vivo!”, um contundente manifesto sobre a realidade vivida pelos internos da Fundação
Casa, universo que o rapper conhece bem (em mais de três anos de trabalho como
oficineiro e educador, percorreu dezenas de unidades); “Área de Risco”, um pesado rap
de protesto social que tem o cuidado de não incorrer em clichês; e a faixa-título “O
Novo Sempre Vem”, um rap com hardcore, com a participação mais que especial de
GOG, além do guitarrista Willis Salvi e do baterista Panda Desidério.
O disco se encerra com duas faixas produzidas por Pita Araújo: o ótimo samba “Deixa
o Boêmio Cantar”, que também conta com a participação de Rafa Donato; e
“Orgulho Caipira”, uma gostosa junção de rap e moda de viola, com a surpreendente
participação de Kaskão (Trilha Sonora do Gueto), que fala da influência caipira em sua
vida. Lindomar 3L encerra a bela canção dedicando-a – e o próprio disco, subentende-se
– a seus pais, Braz Ferreira da Costa e Benedita Ramos da Costa. E, em tempos de
valores confusos ou invertidos no seio do próprio rap, não há como não simpatizar com
um MC que não tem medo de escancarar e eternizar um sincero “Eu amo vocês” a seus
genitores.
Gilberto Yoshinaga
Álbum: O Novo Sempre Vem (WML Records, 2014)
Faixas:
1 – Festa mexicana
2 – Eu me sinto bem
3 – Não tem igual (partic. Rafa Donato)
4 – Sonhos não têm fim (partic. Rafa Donato)
5 – Se num fosse o rap (partic. Lupa)
6 – Cela de aula (por Tubarão Dulixo)
7 – Tâmo vivo!
8 – Área de risco
9 – O Novo sempre vem (partic. GOG)
10 – Deixa o boêmio cantar (partic. Rafa Donato)
11 – Orgulho caipira (partic. Kaskão – Trilha Sonora do Gueto)
Contatos para shows:
(11) 95382-1735 (TIM) 2885-9156 (FIXO) ID: 97* 152287 (NEXTEL)
E-mail: contato@lindomar3l.com.br
Ouça o CD Completo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=70M_jkD096w&feature=youtu.be
quinta-feira, 29 de maio de 2014
O que dizem os Um’bregas no Bailão do Carlão
Não é de hoje que deixamos aflorar o nosso lado brega, romântico e colorido de ser. E no bailão do Carlão vamos nos divertir e apresentar músicas que tocam no fundo da alma, poesias que chegam à todas camadas de amantes por esse mundão à fora!
Local: Teatro Contadores de Mentira
Av. Major Pinheiro Froes, 530
Pq Maria Helena – Suzano – SP

