segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Novembro - Mês da Consciência Negra


Cliquem nas imagens para ampliar

Sarau O que dizem os umbigos?! - Consciência Negra
19 de novembro às 18 horas

Casa de Cultura Itaim Paulista
av. Barão de Alagoas, 340

Un poquito da apresentação de Deco Morais

apresentação de Deco Morais no sarau em homenagem a Mário de Andrade

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Deixa chover…

máscara de Deco Morais – foto por Ebbios _MG_4483

Em um dia chuvoso e com problemas no nosso DVD que infelizmente não funcionou, tudo parecia estar contribuindo para que o sarau não acontecesse. Porém para quem sabe fazer festa não existe tempo ruim.

O convidados Deco Morais e Dayane Okipney chegaram cedo para montar suas exposições, Deco também para reconhecer o espaço e se preparar para sua apresentação.

O pessoal foi chegando e fazendo o sarau acontecer. Tivemos bastante novos visitantes e reencontramos amigos que estávamos com saudade a tempos.

O sarau foi filmado por nós para o nosso arquivo pessoal e também pelo Projeto Criar que visa promover eventos culturais na zona leste.

Agradecemos à todos que compareceram neste dia e também os que não puderam comparecer porém divulgaram o sarau em seus blogs e redes sociais.

Para sentirmos e lembrarmos desse gosto e cheirinho de chuva boa aqui estão alguma das fotos. Quem perdeu esse, não fique triste, dia 19 de novembro tem mais.

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Daniel Marques cantou, tocou, falou sobre Mário de Andrade e interpretou Ode ao Burguês

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Johnny John interpretou textos legais, cantou e tocou músicas populares

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Samara Oliveira – expôs intervenções, cantou e leu textos de sua autoria

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Black Almeida – tocou e apresentou textos de sua autoria

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Adélia – falou sobre Mário de Andrade, apresentou textos e cantou

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Ivan – cantou cocos

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Mayara e seu amigo cantaram e tocaram

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Daniel Nunes falou de seus projetos e os divulgou

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Gira de Oliveira falou de seus projetos e divulgou sua peça

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Mateus leu Manoel de Barros com seu pai

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Projeto Criar fala sobre seus projetos

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Jô Freitas apresentou poesia

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Pollyana Almie cantou

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Ebbios tirou essas fotos lindas do sarau

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Deco Morais expôs máscaras e apresentou Siarom Code

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Dayane Okipney falou sobre Mário de Andrade e expôs suas telas

Para quem quiser ver todas as fotos deste dia:

terça-feira, 4 de outubro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Cidadão Code: entre o invisível e o real

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Relatos de um morador de rua que, do fundo de sua garrafa e de suas memórias, revela necessidades, desejos, medos, amores e saudades de tantos invisíveis reais...

"Siarom Code é o meu nome! Nome dado pelo meu criadô... de trás pra frente, entendeu doutor?"SAM_5969
Haverá também exposição e venda de máscaras do ator e artista plástico Deco Morais.

Quando: 15 de outubro à partir das 18:00 horas na Casa de Cultura Itaim Paulista

Av. Barão de Alagoas, 340 – no SARAU O QUE DIZEM OS UMBIGOS?!!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sarau receberá exposição ‘Pensaela’

No dia 15 de outubro o sarau O que dizem os umbigos?!! receberá a exposição Pensaela de Dayane Okipney à partir das 18 horas na Casa de Cultura Itaim Paulista.

Pensaela

Dayane...

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Dayane Okipney tem 22 anos. Uma típica leonina envolta por sua ascendência pisciana. É formada em Artes Visuais , desenha desde criança e a pouco tempo, começou a passar seus sonhos e anseios para as telas. Tem como influência artistas como: Dave Mckean, Gustav Klimt, René Magritte e Bill Sienkiewicz. Sua inspiração provém das Histórias em Quadrinhos, da psicologia analítica de Carl Gustav Jung , do estudo sobre signos e símbolos, das máscaras da Commedia dell’arte e do universo fantástico.

A exposição

“Pensaela” é uma exposição que trata sobre auto-descoberta, sentimentos, crenças e sonhos. Os personagens presentes são fragmentos de consciência, arquétipos mentais, como se cada emoção ou passagem de vida tomasse uma forma concreta. Desta forma, não há máscaras ou maquiagens, pois cada ser representa a si mesmo da forma que é. Há porém, leituras simbólicas e subjetivas sobre o que representaria cada personagem a aquele que a observa. A exposição começa com as primeiras experiências da artista com a tela, de forma a mostrar como cada pintura evolui junto com seu auto-conhecimento.

269750_180163205378203_100001535750001_453276_8164533_n (1)“Na mesma tela se pintou vários quadros,muitos além do que se imagina.A cada minuto, um novo borrão, as vezes até sem querer, era dispensado sobre a paisagem e essa se tornava um retrato.O mesmo ocorria com os retratos; quando começava-se a definir as feições, o mesmo se tornava uma figura abstrata. E a figura virava um animal e o animal uma composição de cores indefinidas. No mesmo suporte surgiram marginais, gueixas, fadas, monstros, adultos e crianças.Chegou a cair, tombar, rachar, mas nunca quebrou na verdade. As águas já quase estragaram suas aquarelas e o que era olho virou boca, o que era sonho virou realidade, o que era desejo se tornou pesadelo. Ninguém distinguia o que ali surgia a cada virada de pincel, só reconheciam que sempre seguia um estilo único, que era o de transformação incessante das formas indefinidas. Mas para onde isso iria e para que era feito não se sabia, muito menos quem era o pintor daquela tela. Ás vezes chegava-se a pensar que cada pessoa que colocasse os olhos sobre a pintura tinha o poder de modificá-la. Era uma tela feita pelo mundo, e o mundo rejeita o que é feito pelas próprias mãos, com medo de cair na desgraça de Narciso e deixar-se inebriar pela beleza de ser o que se é. Ou então,o medo de ficar preso a sua própria imagem e com isso perder o direito da tão almejada metamorfose ambulante.”

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Enamorados – Dayane Okipney – 2010 – acrílica, spray, esmalte e colagem sobre tela

Visitem: http://pedacosdela.blogspot.com/

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Mário de Andrade - nosso próximo homenagedo

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Lundu do Escritor Difícil

Eu sou um escritor difícil
Que a muita gente enquizila,
Porém essa culpa é fácil
De se acabar duma vez:
É só tirar a cortina
Que entra luz nesta escurez.

Cortina de brim caipora,
Com teia caranguejeira
E enfeite ruim de caipira,
Fale fala brasileira
Que você enxerga bonito
Tanta luz nesta capoeira
Tal-e-qual numa gupiara.

Mas gaúcho maranhense
Que pára no Mato Grosso,
Bate este angu de caroço
Ver sopa de caruru;
A vida é mesmo um buraco,
Bobo é quem não é tatu!

Eu sou um escritor difícil,
Porém culpa de quem é!...
Todo difícil é fácil,
Abasta a gente saber.
Bajé, pixé, chué, ôh "xavié"
De tão fácil virou fóssil,
O difícil é aprender!

Virtude de urubutinga
De enxergar tudo de longe!
Não carece vestir tanga
Pra penetrar meu caçanje!
Você sabe o francês "singe"
Mas não sabe o que é guariba?
— Pois é macaco, seu mano,
Que só sabe o que é da estranja.

Mario de Andrade